
Os produtores de carne vêem para além dos efeitos imediatos da PSA?
A grande procura de carne de porco por parte da China, devido à PSA, esconderá o avanço das "carnes" à base de plantas na procura de produtos cárneos.

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A grande procura de carne de porco por parte da China, devido à PSA, esconderá o avanço das "carnes" à base de plantas na procura de produtos cárneos.

Que futuro espera a produção pecuária? A pecuária desaparecerá no futuro com a implantação da carne artificial sintetizada em laboratório? Consumimos muita carne?

Primeiro a PSA, agora o coronavírus ... eventos consecutivos e imprevistos que abalaram a indústria global de carne. Como enfrentar o próximo?

EUA e Espanha têm vendas récord para a China, mas os lucros para o produtor são radicalmente diferentes... descubra porquê

Chaves para entender quanto tempo levará a China a restaurar a produção de porcos

Quão preparado está o sector da carne para assumir que 25% da sua produção actual seja substituída por este tipo de produtos nos próximos 5 anos?

Inundações, Peste Suína Africana, guerra comercial, ondas de calor ... como afectarão elas os benefícios nunca antes vistos que eram esperados?

Para a grande maioria dos países, espera-se que os preços máximos sejam muito superiores aos registados nos últimos três anos.

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Lições que podemos extrair da actual situação na China para enfrentar futuras ameaças para lá dos problemas sanitários.

A única coisa certa é que a China consumirá muito menos carne de porco.

A situação actual na China tem muitas semelhanças com a antiga era cíclica de liquidação de explorações.

A produção e o consumo de carne de porco, a queda do poder de compra na China, a guerra comercial com os Estados Unidos e a globalização são algumas das bolas que estão no ar às que se juntarão muitas mais.

O preço de reposição dos cereais e fibras mostram uma clara tendência altista.

Setembro será um mês de muito poucas alterações nas cotações dos cereais e o intervalo de descida da soja será mínimo a partir de agora.



A alta disponibilidade de grãos no mercado europeu e mundial e a necessidade de chegada imediata aos países consumidores está a provocar congestionamentos para embarcar nos países exportadores.

Início das colheitas no hemisfério Norte com expectativas de grande volume excepção da Espanha e os trigos Primavera de alta qualidade nos EUA e França.

As estimativas da colheita, actualmente, estão entre 6 e 6,5 milhões de t para a cevada (vs 9,5 milhões do ano passado) e cerca de 5,5 milhões entre trigo duro e brando (-1 milhão vs 2016).

Será difícil fazer uma estimativa global da descida média que ocorreu em Espanha relativamente ao ano passado mas pensamos que poderá ser de 25% menos.

Apesar de a procura global continuar a crescer, a oferta também o faz e já acumula 5 campanhas em números praticamente record, tanto de cereais como de proteínas e alternativas a ambos.

O sector suíno, com o seu potencial exportador, é um dos mais interessados em conhecer as principais mudanças que, a nivel jurídico, podem orientar as novas relações comerciais.



Pensamos que os preços do cereal vão evoluir muito pouco durante Março, em qualquer sentido. O litoral continua elevado relativamente ao nacional e as ofertas que há nos portos para longo prazo, à volta de 180 €/t para trigos e milhos, não estimulam as decisões de compra.

O bom estado das culturas de cereais no Hemisfério Norte faz prever uma grande colheita para a próxima campanha.

A previsão de boas colheitas junto com um volume de existências elevado na maioria das origens deverão fazer baixar os preços no mercado internacional num intervalo de até -10 €/Tm.

Os fundos de investimento estão a comprar em mercados refúgio perante uma situação de turbulência política e o câmbio de moeda €/$, passou de 1,12/3 a 1,057 em poucos dias.

As colheitas de grãos no mundo estão em níveis praticamente de record nas últimas 4/5 campanhas, tanto para cereal como para as oleaginosas em ambos os hemisférios. Esta disponibilidade provocou uma descida paulatina nas cotações de preços, chegando ao mínimo no Verão passado

Mercado apático e sem ideias claras, à espera que as coisas se definam.


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